Helicóptero caiu perto da Vista Chinesa, na Zona Sul do Rio - Foto: Divulgação
Uma viagem em família terminou em tragédia na manhã deste sábado (8), no Rio. Três turistas colombianas que estavam na cidade a passeio morreram após o helicóptero em que viajavam cair em uma região de mata próxima à Vista Chinesa, no Alto da Boa Vista, na Zona Sul. As vítimas eram de três gerações da mesma família: a avó, a filha e a neta. O piloto da aeronave também morreu.
As passageiras foram identificadas como Rocio Cubillos, de 59 anos; Wendy Manrique, de 37; e Sofia Murillo, de 17. Rocio era mãe de Wendy e avó de Sofia. O piloto foi identificado como Alessandro Rocha.
Saiba quem são as vítimas
- Rocio Cubillos, 59 anos — turista colombiana, era mãe de Wendy e avó de Sofia. Ela estava no Rio acompanhada da família.
- Wendy Manrique, 37 anos — filha de Rocio e mãe de Sofia. Também estava na cidade como turista.
- Sofia Murillo, 17 anos — adolescente colombiana, filha de Wendy e neta de Rocio.
- Alessandro Rocha — era o piloto responsável pela aeronave no momento do acidente.

O Corpo de Bombeiros foi acionado às 11h11 para atender à ocorrência. Os destroços do Robinson 44 foram encontrados por equipes do Grupamento de Operações Aéreas em uma área de mata com terreno bastante íngreme.
A localização do helicóptero dificultou o trabalho dos militares. Segundo o tenente-coronel Fábio Contreiras, porta-voz do Corpo de Bombeiros, o acesso ao ponto da queda exigia técnicas de corda e equipamentos de segurança por causa da presença de precipícios.
- Justiça condena Miguel Falabella por plágio; saiba detalhes
- Fiocruz vai testar vacina de RNAm contra a Covid-19
- Atriz Fernanda Rodrigues recupera fazenda e investe na produção de café
- Morre ator e diretor Gracindo Jr. aos 83 anos
- Val Ceasa tem candidatura à Alerj barrada pelo TRE-RJ
A aeronave explodiu após a queda e provocou um incêndio na vegetação. Militares especializados no combate a incêndios florestais foram mobilizados e conseguiram controlar as chamas.
Os quatro ocupantes morreram carbonizados.
Cerca de 40 militares atuaram na ocorrência
A operação contou com aproximadamente 40 militares, 11 viaturas e quatro unidades operacionais. Depois que o incêndio foi controlado, o trabalho passou a ser concentrado no acesso ao local, na perícia e na retirada dos corpos.
As equipes buscavam caminhos mais seguros e rápidos para permitir a atuação da perícia da Polícia Civil e do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).
De acordo com o porta-voz dos Bombeiros, a dificuldade de chegar e sair da área também interfere na remoção das vítimas.
As circunstâncias que levaram à queda do helicóptero deverão ser investigadas pelas autoridades responsáveis.
