Marieta Severo, Alice Wegmann e Nanda Costta protagonizam trama marcada por golpes, mistérios e conflitos familiares - Foto: Divulgação / Netflix
O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio), na Zona Sul da cidade, foi palco da première de “Dom de Iludir”, nova série brasileira da Netflix, na noite desta terça-feira (27). O evento reuniu artistas, jornalistas e convidados para a exibição exclusiva do primeiro episódio da produção, que chega ao catálogo da plataforma nesta quarta-feira (28). A celebração também teve uma apresentação surpresa da cantora Liniker.
A estreia contou com a presença das protagonistas Marieta Severo, Alice Wegmann e Nanda Costta. Também participaram da noite os atores José de Abreu, Felipe Camargo, Luciana Paes, Rui Ricardo Diaz e Jonas Bloch, além do diretor-geral da série, Mauro Mendonça Filho.
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Um dos destaques da programação foi o pocket show de Liniker, que apresentou uma versão inédita de “Dom de Iludir”, canção de Caetano Veloso que faz parte da trilha sonora da produção. A artista também cantou outros sucessos de seu repertório para os convidados.
A série aposta em uma trama que mistura drama familiar, mistério e relações marcadas por sentimentos contraditórios. A história acompanha Lúcia Rossetti (Marieta Severo), uma colecionadora de obras de arte que busca desesperadamente uma solução para a doença desconhecida da filha, Maíra Rossetti (Alice Wegmann).
Na tentativa de encontrar uma cura, Lúcia procura uma terapeuta espiritual, interpretada por Nanda Costta. No entanto, a aproximação termina em um golpe e desencadeia a revelação de segredos que conectam duas famílias. Ao longo da narrativa, questões como amor, controle, ressentimento e culpa ganham espaço, enquanto os personagens enfrentam reviravoltas.
Vice-presidente de Conteúdo da Netflix no Brasil, Elisabetta Zenatti destacou a combinação de melodrama e suspense como um dos elementos centrais da produção. Segundo ela, a série explora a complexidade das relações humanas, especialmente a fronteira entre o cuidado e o controle.
“É uma história cheia de reviravoltas, com um olhar bem brasileiro e conduzida por um elenco de peso”, afirmou a executiva, que também ressaltou a expectativa em torno da estreia global da obra.
Já Mauro Mendonça Filho disse que acreditou no projeto desde o primeiro contato com o roteiro. Para o diretor-geral, fazer parte de uma produção com essa dimensão é motivo de orgulho.
