Projeto de lei recorda a passagem do pontífice pela cidade durante a Jornada Mundial da Juventude, em julho de 2013 - Foto: Divulgação / Vaticano
A Câmara Municipal do Rio aprovou, em definitivo, nesta quarta-feira (14), um projeto de lei que prevê homenagear o papa Francisco com seu nome em um equipamento público de Copacabana. A proposta estabelece que o espaço seja, preferencialmente, vinculado à rede de assistência social do município. O texto segue agora para análise do prefeito, que poderá sancioná-lo ou vetá-lo.
A iniciativa é de autoria da vereadora Maíra do MST (PT) e busca preservar a memória da passagem do pontífice pela capital fluminense em julho de 2013, quando participou da 28ª Jornada Mundial da Juventude. Durante a visita, Francisco percorreu a orla de Copacabana no papamóvel, interagiu com peregrinos e participou de atividades religiosas e culturais.
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Na justificativa do Projeto de Lei 637-A/2025, a parlamentar ressaltou a importância histórica da visita e a relação do bairro com o evento. Segundo ela, a presença do religioso deixou uma marca na cidade, especialmente em Copacabana, que concentrou parte das atividades da jornada.
“Em julho de 2013, o Papa Francisco visitou o Rio de Janeiro por ocasião da 28ª Jornada Mundial da Juventude. Durante a sua estada, o Papa percorreu a orla de Copacabana no papamóvel, interagindo diretamente com os peregrinos e participando de diversas atividades religiosas e culturais. Sua presença deixou uma marca indelével na cidade e especialmente no bairro de Copacabana, que se tornou o epicentro espiritual daquele encontro histórico”, afirmou Maíra.
Nascido na Argentina com o nome de Jorge Mario Bergoglio, Francisco foi o primeiro papa latino-americano e jesuíta a assumir o comando da Igreja Católica. Também foi o primeiro pontífice não europeu em mais de 1.200 anos. Seu pontificado começou em março de 2013 e terminou com sua morte, em abril de 2025, após 12 anos à frente da instituição.
A aprovação em definitivo na Câmara conclui a etapa de votação do projeto no Legislativo municipal. Para que a homenagem seja implementada, a proposta ainda precisa ser sancionada pelo prefeito.
